top of page


Porque Marketing e RH devem falar a língua do vídeo
Durante muito tempo, marketing e RH caminharam em trilhas paralelas dentro das empresas. Um olha para fora, o outro para dentro. Um fala de marca, posicionamento e mercado. O outro fala de cultura, pessoas e pertencimento. Na prática, porém, ambos disputam a mesma coisa: atenção, entendimento e engajamento. Mas o que acontece quando marketing e RH se comunicam por códigos diferentes? A empresa passa a emitir sinais desalinhados. A promessa feita ao mercado não se sustenta na
há 4 dias2 min de leitura


Processos criativos que geram previsibilidade, porquê isso importa.
Existe uma crença antiga de que o processo criativo nasce do caos. Como se ideias surgissem espontaneamente, dependentes de um lampejo, de um humor ou da inspiração de alguém “mais iluminado” naquele dia. No B2B, porém, essa crença não apenas é falsa: ela é cara. Caríssima. Porque quem opera comunicação para negócios não pode depender da sorte. E quem compra vídeo para marketing, principalmente marketing pressionado por metas, por diretoria e por prazos apertados, não tem esp
26 de mai.2 min de leitura


Qual é a diferença entre um business partner e uma agência criativa tradicional?
Quando uma empresa decide investir em comunicação, ela normalmente pensa em contratar uma agência criativa, certo? Mas há um termo que vem ganhando espaço, especialmente no mercado B2B, que muda a lógica dessa relação: business partner. Mais do que uma questão de nomenclatura, entender a diferença entre ser apenas uma agência criativa e atuar como um business partner é fundamental para empresas que querem que sua comunicação vá além da estética. Vamos explicar por quê. A agên
19 de mai.3 min de leitura
bottom of page
